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Num paralelo, cada tipo de instrumento (surdo, caixa, tamborim, repique, chocalho e agogô) representa uma área de trabalho dentro de uma empresa. Cada uma dessas áreas é composta por seu diretor (professor especializado naquele instrumento) e pelos funcionários (participantes do workshop). Acima de todos está o presidente da empresa (mestre de bateria). Como principal dirigente, o presidente (mestre de bateria) recebe os novos funcionários e os faz escolher um instrumento, informando anteriormente a escolha das funções e dificuldades de cada um desses instrumentos. Nesse momento o indivíduo precisa realizar sua escolha no que ele entende ser o instrumento onde possa render melhor para a bateria naquele curto espaço de tempo. O primeiro passo é saber o grau de conhecimento dos novos funcionários (músicos). Para isso solicita-se que todos toquem um samba. Não é a toa que essa primeira etapa é denominada de “caos”. A segunda etapa é a conscientização rítmica. Consiste no trabalho rítmico através do método denominado “O Passo” (www.opasso.com.br). Esse método nos possibilita desenvolver rapidamente noções básicas de ritmo e criar uma linguagem musical fácil e rápida para o aprendizado. O conhecimento técnico é a terceira etapa. Destina-se ao aprendizado do instrumento. Como apoiar no corpo, como segurar as baquetas, qual a batida específica do samba e em que intensidade é realizada. Após toda sequência de estudo, chegamos à quarta etapa que é o exercício prático em conjunto. Nessa etapa juntam-se todos para executar a música. Sob a batuta do presidente (mestre de bateria) nota-se uma grande evolução musical comparada ao momento inicial (etapa do caos). Este workshop, além de possibilitar um momento de descontração e integração entre os funcionários, tem o objetivo de apresentar de forma prática através da formação de uma orquestra de percussão, como é fundamental o conhecimento e a especialização. E mais ainda, reproduz com nitidez os reflexos positivos da divisão do trabalho, da cooperação, da troca e da gerência coordenada e inteligente. Nesse sentido a orquestra ajuda a entender que apenas a excelência individual não basta, é preciso a articulação do conjunto.